Home kit holandês, todo laranja com detalhes em preto, como vem sendo feito ultimamente pela Nike.
A novidade desse modelo é o escudo, que tem esse efeito translucido em preto com laranja.
Home kit holandês, todo laranja com detalhes em preto, como vem sendo feito ultimamente pela Nike.
A novidade desse modelo é o escudo, que tem esse efeito translucido em preto com laranja.
A nova camisa titular do Japão mantém a tradicional identidade "Samurai Blue", com predominância do azul escuro.
A Adidas apostou em um visual moderno, utilizando grafismos geométricos inspirados em movimento, velocidade e na cultura visual japonesa contemporânea.
Nessa primeira fase, o Japão vai usar apenas seu uniforme titular.
Um dos quatro países estreantes dessa Copa, Curaçao estreou levando um sonoro 7x1 contra a Alemanha, e usou essa combinação de camisa e meia azul, com short amarelo.
Curaçao é a menor nação a se classificar para uma Copa do Mundo. Com pouco mais de 150mil habitantes.
Última Copa da Alemanha vestindo Adidas. Ano que vem, a Nike vai substituir a parceria mais antiga entre as seleções mundiais.
E para esse último home kit, a camisa é inspirada na mais icônica dessa parceria, a de 1990.
Com as cores da bandeira alemã estilizadas em faixas pela camisa, com o mesmo detalhe nas meias.
A Turquia veio para sua terceira Copa com uma grande mudança em seus uniformes: a seleção deixou de usar o branco como cor principal e retornou ao vermelho (Sport Red), algo que não acontecia em torneios grandes há cerca de oito anos.
E nesse home kit, a camisa é toda estampada com o efeito Marbled Ebru, tradicional arte turca de pintura em papel marmorizado (onde as tintas são flutuadas na água antes de serem transferidas para o papel).
Home kit usado na estréia da Austrália nessa Copa, a setima em sua hist´roia, sendo a sexta seguida.
Uniforme titular tradicional, com camisa e meias amarelas, com short verde, nos templates atuais da Nike, apenas com a gola unica, não usada por nenhuma outra seleção da Copa.
Segunda copa da seleção do Haiti, que após sua participação na Copa de 70, voltou para essa edição, coincidentemente também disputada no México.
A seleção vai usar 3 combinações de uniformes nessa primeira fase e estreou usando seu uniforme reserva.
Lançado pouco antes do mundial, o uniforme trazia uma menção à Batalha de Vertières, onde havia uma ilustração na barra da camisa, que, por entender que se tratava de manifestação política, foi banido pela FIFA e assim o uniforme foi alterado e usado sem nenhuma estampa.
A Escócia voltou a Copa após 28 anos, e estreou usando seu uniforme reserva, inspirado no uniforme final dos anos 1990, especialmente o modelo de 1999 produzido pela Umbro.
O uniforme faz parte da linha retrô da Adidas, onde o tradicional trefoil da adidas voltou a ser usado em uma Copa, após 36 anos, a última vez foi na Copa de 90.
Home kit do Marrocos feito pela Puma, que destaca fortemente a cultura marroquina.
O uniforme utiliza o tradicional vermelho como cor predominante, complementado por detalhes verdes e dourados.
Os desenhos são inspirados em padrões artesanais e mosaicos típicos do país (artesanato marroquino no estilo "zellige"), especialmente na gola, mangas e acabamentos.
A camisa titular da seleção do Brasil para a Copa de 2026 mantém a tradição do amarelo-canário (e o controverso selo BRASA por dentro da gola, que quando o uniforme foi lançado aparecia nos meiões, mas devido a polêmica em torno do termo BRASA, foi retirado e na Copa foi trocado por BRASIL), mas traz uma releitura moderna inspirada em elementos naturais e em uniformes clássicos da Seleção.
A Nike utilizou a combinação de amarelo com detalhes em verde e tons azulados discretos, buscando um visual mais "raiz" e próximo da identidade histórica brasileira.